sábado, 6 de dezembro de 2014

VENDEDORES DA PALAVRA - "MINISTÉRIO E LIDERANÇA CRISTÃ"
O magistério se tornara um fardo pesado para Agostinho de Hipona (354-430) diante da convicção que teve da chamada de Deus para a sua vida, o que lhe impulsionou a abrir mão de sua cátedra e consagrar-se ao serviço cristão. É nesse contexto que ele se auto intitula um vendedor da palavra, fazendo referência ao seu trabalho como professor acadêmico. Nos dias atuais o caminho é inverso, quando muitos se tornam no ministério cristão vendedores da palavra, fazendo de sua vocação e chamado fonte de lucro (1 Tm 6.3-10). É claro que o trabalhador é digno do seu salário (Lc 10.7; 1 Co 9.13-14; 1 Tm 5.17-18), mas este salário deve ser considerado como um ter consequencial, ou seja, não deve ser a motivação do ministério, vindo a substituir dessa maneira o nosso amor pelo servir naquilo para o qual fomos chamados. Sejamos gratos pelo nosso digno sustento, e não nos tornemos vendedores da palavra. * Por Pr. Altair Germano

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