sábado, 31 de agosto de 2013

“Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina”. (Tt 2.1). A palavra doutrina se origina do grego: “didache”, que significa ensino ou instrução dos apóstolos. Entendemos que a sã doutrina é a revelação do Eterno Deus por meio das sagradas escrituras e representa o alicerce e o sustentáculo da verdadeira fé cristã. Vejamos o que a bíblia nos ensina sobre a sã doutrina: I.TIPOS DE DOUTRINAS EXISTENTES: A.Doutrinas de homens: (Mc 7.6-9; Mt 15.6-9). B.Doutrinas de hereges: (Ap 2.6,15) C.Doutrinas de demônios: (I Tm 4. 1-2). D.Doutrina de Deus: (Jo 7.16; Tt 2.10). II.CONSIDERAÇÕES ESSENCIAIS ACERCA DA SÃ DOUTRINA: A.Precisamos cuidar da sã doutrina (I Tm 4.16). B.Devemos nos afastar dos que vivem em desacordo com a sã doutrina (Rm 16.17). C.Devemos nos afastar dos opositores a sã doutrina. (I Tm 1.9-11). D.O motivo da existência de falsas doutrinas. (I Tm 6.3-5). E.Não devemos recebê-los nem cumprimentá-los. ( II Jo 10). F.Haverá tempos em que não suportarão a sã doutrina. (II Tm 4.3). G.Cuidado com os ventos de Doutrina. (Ef 4.14). III.A IMPORTÂNCIA DA SÃ DOUTRINA: A.Jesus tinha uma Doutrina: (Mt 7.28; Mt 22.33; Lc 4.32). B.Os Cristãos primitivos tinham uma Doutrina a qual perseverava: (At 2.42). C.Os crentes de Roma pautavam sua vida por excelente doutrina: (Rm 6.17). D.Paulo recomendou a Tito e a Timóteo o cuidado com a doutrina: (ITm 1.3-10; 4.6-16; 6.3; II Tm4.3; Tt 1.9; Tt 2.1). E.João determinou a doutrina: (2Jo .9). F.João recomendou a doutrina: (2Jo 10). G.A doutrina proporciona comunhão com Deus: (2Jo .9). H.A doutrina proporciona piedade: (I Tm 6.3) IV.A NECESSIDADE DA SÃ DOUTRINA: A. Preservar dos falsos profetas: (Mt 24.24; Mt 7.15). B. Preservar das heresias e apostasias: (II Ts 2.3; I Tm 4. 1-2). C. Para não corromper nosso entendimento: (II Ts 2.2). D. Devemos guardar as tradições: (II Ts 2.15). E. Proporciona-nos a segurança da salvação em Cristo: (I Tm 4:16). F. Santifica-nos: (Jo 17:14-17). G. Tornar-nos sábios: (II Tm 3:15). H. Tornar-nos obedientes: (Rm. 6.17). V.A SUFICIÊNCIA DA SÃ DOUTRINA: A. Ninguém poderá alterar a doutrina: (Gl 1.8). B. Ninguém poderá ensinar outra doutrina: (I Tm 1.3). VI.A COMPLETUDE DA SÃ DOUTRINA: A. A doutrina está completa e não precisa de nenhuma modificação: (Ap 22. 18-19). Por fim, enfatizamos a relevância do conhecimento doutrinário para a solidificação de uma fé autentica que combate as heresias e propaga veementemente a suprema verdade de Deus. Pr. Sidnei O. Ferreira
O que significa perdoar? Carlos castro Em Mateus 6:12 está escrito: “Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam” (Bíblia NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Como podemos ver neste versículo, é necessário que liberemos perdão a todos aqueles que nos ofenderam; mas, o que significa perdoar? Perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa recebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição (pt.wikipédia.org/wiki/Perdão). A Bíblia enfatiza, por várias vezes, a necessidade do perdão, senão vejamos: Em Efésios 4:32 está escrito: “…e perdoem uns aos outros, assim como Deus, por meio de Cristo, perdoou vocês” (Bíblia NTLH). Em Mateus 18:35 está escrito: “E Jesus terminou dizendo: É isso o que o meu Pai, que está no céu, vai fazer com vocês se cada um não perdoar sinceramente o seu irmão” (Bíblia NTLH). Em Colossenses 3:13 está escrito: “Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa.Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros” (Bíblia NTLH). Em Lucas 17:3-4 está escrito: “Tenham cuidado! Se o seu irmão pecar, repreenda-o; se ele se arrepender, perdoe. Se pecar contra você sete vezes num dia e cada vez vier e disser: Me arrependo, então perdoe” (Bíblia NTLH). O perdão é bíblico e não há como negar isto. Inclusive, a Bíblia nos mostra que o perdão de Deus só se manifesta na vida daqueles que também perdoam; ou seja, quem não perdoa o seu próximo, não terá o perdão de Deus. É algo condicional: Deus perdoa aquele que também sabem perdoar. Não há como fugir disto. No entanto: Perdoar, não significa que conseguiremos esquecer o fato ocorrido: perdoar independe de esquecer. Uma coisa não tem nada a ver com a outra; ambas são coisas distintas. Nós temos no cérebro uma memória que registra todos os fatos e por isto, quem perdoa não tem que necessariamente, esquecer do agravo sofrido. O que é preciso é diluir a mágoa, a raiva ou o ressentimento que o fato gerou. Em outras palavras, não devemos ter apego à ofensa feita. Isto não é algo fácil. No entanto, uma coisa é certa: por mais que tiremos a mágoa de nosso coração, O AGRAVO QUE SOFREMOS, NUNCA SERÁ REALMENTE ESQUECIDO; ISSO É IMPOSSÍVEL, POIS, NÃO TEMOS UMA TECLA “DELETE” EM NOSSA MENTE. ALÉM DISSO, OS BONS E OS MAUS MOMENTOS FAZEM PARTE DA NOSSA HISTÓRIA DE VIDA. Perdoar, não implica sempre em reconciliação: há situações que mesmo depois do perdão, não será possível a convivência tal como era antes do fato ocorrido. Quando alguém passa por uma ofensa ou agravo muito traumatizante, não há como haver reconciliação. Como exemplo, podemos citar o caso de um estupro, uma situação de violência física ou de calote financeiro. Nestes casos, e em alguns outros, não há como confiar novamente na pessoa causadora do mal; inclusive, nos casos citados anteriormente, dar um novo voto de confiança ao causador do dano é até perigoso. Cuidado para não arriscar a sua vida e a de seus familiares. PERDOAR NÃO SIGNIFICA COLOCAR-SE EM RISCO. Perdoar não significa bancar o palhaço: uma vez eu ouvi um pastor dizendo que crente de verdade é aquele que pede perdão ao ofensor, mesmo que tenha sido você a parte ofendida. Isto é um absurdo. Quem tem que pedir perdão é aquele que nos ofendeu e não nós que fomos ofendidos. Nós temos de estar prontos para liberar o perdão, mas quem tem que pedir perdão é o ofensor. Se nós pedirmos perdão ao ofensor, isso fará com que ele se estimule a continuar nos maltratando, pois, ele não será cobrado por isso. A MISERICÓRDIA, NESTE CASO, TAMBÉM CORROMPE. Eu vou mais longe ainda: A FACILIDADE DE PERDÃO AO OFENSOR, NESTE CASO, O INCENTIVA AO CRIME. Devemos agir como cristãos, é claro, mas não temos de ser bobos; quem tem que pedir perdão é quem ofende e a parte ofendida tem que somente liberar o perdão. Não invertam esta ordem nunca. Pedir perdão a quem te ofendeu não é cristianismo; é fanatismo. Eu sei que este assunto é bastante polêmico. O meu objetivo foi de demonstrar que nem sempre será possível esquecer o fato ocorrido; que nem sempre haverá o restabelecimento das condições anteriores ao agravo, como conviver juntos, por exemplo, e finalmente, demonstrar que o perdão deve ser pedido por aquele que ofendeu e nunca por aquele que foi ofendido; a parte ofendida tem que liberar o perdão e somente isso. O pedido de perdão deve vir sempre do ofensor e não o contrário. Bem, espero que tenham gostado deste texto e até o próximo estudo.

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